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sábado, 2 de abril de 2011

NÃO É UM BOM MOMENTO PARA SER DE MEIA-IDADE


Floyd Norris

Nesta recessão é melhor ser velho. Ser jovem também tem algumas vantagens. Mas estar no meio do espectro - na faixa dos 30 ou 40 anos - parece ser o pior lugar no qual estar.
O Centro Pew de Pesquisa divulgou nesta semana uma pesquisa entre os americanos que apontou que as pessoas com mais de 65 anos estão, em geral, sofrendo menos com a recessão. Um número menor delas informou estar sendo forçada a cortar gastos domésticos ou disse estar tendo dificuldade para pagar o aluguel ou a hipoteca.

"O resultado mais forte nesta pesquisa é o de que os americanos mais velhos -a maioria já aposentada e com um estilo de vida mais contido- estão mais bem isolados da atual tempestade do que aqueles que se preocupam em manter seus empregos e compensar as perdas nas contas de aposentadoria", escreveram Rich Morin e Paul Taylor, do Centro Pew.

Os idosos se beneficiam com uma rede de segurança social maior do que os demais americanos. Muitos recebem pensões e dispõem do Seguro Social e do Medicare (o seguro saúde público para idosos e inválidos). Apenas 7% daqueles com mais de 65 anos relataram problemas em ter acesso ou pagar pelo atendimento de saúde, um terço da proporção dos adultos mais jovens.

O colapso no preço das ações no ano passado também causou menos estragos àqueles com mais de 65 anos. A pesquisa revelou que 23% dos americanos idosos informaram ter perdido pelo menos 20% de seus investimentos no ano passado, bem menos do que aqueles mais distantes da aposentadoria.
As pessoas com mais de 65 anos supostamente tinham investimentos mais conservadores, que apresentaram um desempenho bem melhor.

A proporção daqueles com idades entre 18 e 29 anos que informaram grandes perdas foi ainda menor, em 15%. Parece que muitos deles perderam pouco porque tinham menos investimentos a perder.

Os americanos mais velhos também foram menos afetados pelo aumento do desemprego. Um número menor deles está trabalhando, é claro, mas o número de pessoas com mais de 65 anos que estão trabalhando subiu em 3,9% desde novembro de 2007, quando o número total de pessoas empregadas atingiu um pico. De lá para cá, quanto mais jovem o trabalhador, maior a probabilidade dele ou dela perder o emprego.

Esta recessão difere das recentes neste aspecto. Apesar dos trabalhadores mais jovens sempre serem os mais vulneráveis, aqueles com mais de 65 anos se saíram pior do que aqueles de meia-idade nas três recessões anteriores no início dos anos 80 e 90, assim como no início desta década.

Um aumento do número de pessoas com mais de 65 anos ainda trabalhando pode não ser uma boa notícia, é claro, já que pode indicar que algumas pessoas aposentadas podem estar sendo forçadas a voltar ao mercado de trabalho devido às perdas em seus investimentos. Mas pelo menos muitos deles conseguiram encontrar empregos.

A pesquisa Pew mostrou que a recessão teve seu impacto imediato mais profundo sobre aqueles na "geração limítrofe", com idades de 50 a 64 anos. Estes são aqueles com maior probabilidade de terem sofrido perdas significativas em investimentos, e três quartos deles disseram que a recessão dificultará o acesso deles à aposentadoria, um percentual maior do que os americanos mais velhos e mais jovens.

Mas se essa geração for obrigada a trabalhar por mais tempo, os trabalhadores na faixa dos 30 e 40 anos podem se ver diante de uma maior concorrência por empregos e promoções. Mesmo se a recessão terminar neste ano, como preveem os economistas mais otimistas, os efeitos dela poderão continuar sendo sentidos ainda por muitos anos.

Tradução: George El Khouri Andolfato

COMO RETER TALENTOS USANDO A MOTIVAÇÃO


Gilberto Wiesel*
Toda vez que tocamos no assunto motivação algumas perguntas insistem em aparecer:
* Minha equipe está motivada?
* É possível motivar uma equipe?
* O que fazer para motivar uma equipe?

Somos sabedores que motivação combina com empresas de sucesso. Porém, como fazer com que isso aconteça? O que estudamos a respeito de motivação nos faz chegar à seguinte definição: Motivação é o impulso proporcionado por um conjunto de motivos internos que nos leva a agir. Motivos relacionados ao futuro, ou seja, o que visualizo para mim, o que quero, onde pretendo chegar. É a possibilidade de realização de meus sonhos.
O ser humano motiva-se buscando suprir as seguintes necessidades:
1. Possibilidade de crescimento, desenvolvimento e realizações;
2. Reconhecimento na família, na empresa e na comunidade;
3. Poder e sucesso.
Segundo pesquisas na área, essas características poderão ser preenchidas em bloco, ou uma de cada vez. Necessitamos entender que a motivação é individual, ou seja, cada um tem seus próprios motivos, cada um tem seus desejos e necessidades, que irão se diferenciar de acordo com o momento que está passando, tais como a cultura, ambição e ambiente. O que motiva são os aspectos internos.

De posse de todas estas definições e conceitos é que podemos começar a entender melhor e perceber quais estratégias podemos adotar para conseguirmos motivar nossas equipes. As organizações necessitam compreender que elas devem ser o meio para que as pessoas atinjam os seus sonhos. Necessitam preparar-se, criar ferramentas para que isso aconteça, além de buscar pessoas no mercado de trabalho que tenham sonhos, sejam ambiciosas, queiram crescer, tenham desejos, almejem o sucesso, e que esse sucesso não seja somente profissional, mas também, de forma muito forte, sucesso pessoal. De posse desses recursos humanos, a empresa deverá demonstrar que está comprometida para oferecer as condições e oportunizar essas realizações.

As organizações devem estar atentas para verificar se estão proporcionando à equipe as seguintes possibilidades:
- Realização;
- Reconhecimento;
- Progresso;
- Prazer pelo que está fazendo;
- Desenvolvimento pessoal;
- Responsabilidade.
Devemos entender que nossa equipe se sentirá mais motivada se receber algo além de salários e premiações. Já que passamos o maior tempo de nossa vida no trabalho, vamos fazer com que ele seja uma grande fonte de prazer. Fazer das atividades diárias grandes momentos de energia e realização. Só assim estaremos aptos a reter os nossos melhores talentos. Portanto, mãos a obra!
(*) Conferencista Motivacional nas áreas de Vendas, Marketing, Atendimento e Relações Humanas. Graduado em Administração, Pós-graduado em Marketing e Vendas, Consultor de Empresas, Especialista em Transformação Pessoal, Formação de Líderes e Empreendedores. Autor do Livro: Você em Primeiro Lugar e do CD Um Tempo Para Vida. Fundador do Portal da Motivação.


Imagem: http://bit.ly/gT0RMt 

terça-feira, 29 de março de 2011

IGUALDADE SEXUAL NO TRABALHO


Líderes de empresas pioneiras identificam motivos para ter o local de trabalho aberto a funcionários gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros - e os passos para criar tal ambiente

Diane Cadrain, da HR Magazine

Quando a Suprema Corte da Califórnia sancionou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em maio do ano passado, alguns defensores aplaudiram a decisão e deram um aceno às empresas. Eles disseram que a decisão simplesmente confirma realidades existentes no mundo corporativo, onde a igualdade entre casais homo e heterossexuais tem sido a regra por anos. [N.R: Após a decisão da Suprema Corte da Califórnia, um plebiscito realizado em novembro de 2008 no estado desaprovou a oficialização da união de casais do mesmo sexo. Contudo, outros cinco estados norte-americanos deram sinal verde para a legalização do casamento gay: Massachusetts, Iowa, Vermont, Connecticut e Maine. No Estado de Nova York, está sendo analisada proposta para a legalização desse tipo de união.]
"O setor empregador está à frente dos tribunais", diz David Buckel, conselheiro sênior da Lambda Legal, grupo de advocacia sediado em Nova York que lida com os direitos civis de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT). "Ele já sabe como atrair e reter funcionários comprometidos e aparecer de uma forma positiva para o público", diz, acrescentando que "mais da metade das companhias da lista da Fortune 500 já concedem benefícios para os parceiros. E essas organizações [da Fortune 500] não fazem as coisas de brincadeira - tudo tem a ver com resultados. Com os tribunais começando a concretizar a promessa de igualdade, mais empresas irão se alinhar".
Embora esse tema possa ser um desafio para alguns empregadores - e para profissionais de RH que venham a lidar com isso -, no que tange à definição do modo de começar a construir a inclusão de GLBT no local de trabalho, especialistas recomendam alguns passos concretos. Além disso, o apoio está surgindo de avanços como a decisão de determinados estados e das conquistas de várias entidades.
 
Lisa Wright Borden, sócia da Baker, Donelson, Bearman, Caldwell & Berkowitz diz que, para os empregadores, esse fenômeno terá desdobramentos econômicos. "Com as mudanças na força de trabalho, devido à chegada de funcionários e candidatos mais jovens, mesmo pessoas que não pertencem a esses grupos se importam com a política das empresas. Grandes firmas de advocacia competindo pelos melhores estudantes de Direito estão recebendo candidatos que perguntam sobre diversidade e assistência jurídica a pessoas menos favorecidas - uma empresa perde muito terreno se não tiver um bom ambiente." E ela acrescenta: "É uma questão geracional - trabalhadores mais velhos eram mais focados no que eles poderiam fazer para a empresa; os mais jovens, no que as empresas podem fazer para eles."
Brad Salavich, gestor de diversidade GLBT da IBM, observa as vantagens que políticas inclusivas podem ter na reputação de uma organização junto a funcionários e candidatos. "Empresas que atraem e apóiam candidatos e funcionários GLBT estão um passo à frente na guerra por talentos", diz. "Elas querem os melhores funcionários e gozar de uma boa reputação junto a candidatos por terem uma cultura que apóia mulheres, minorias e GLBTs."
Além disso, continua Salavich, "existe uma relação direta entre diversidade

quinta-feira, 3 de março de 2011

Como ter sucesso numa entrevista de emprego

Você foi chamado para uma entrevista. Este momento poderá ser decisivo, e aumentará as suas chances de ser o escolhido para ocupar a vaga oferecida. Será fundamental que o seu entrevistador fique certo de que você é um Candidato qualificado e indicado para cargo. Veja algumas dicas que a RH Internacional preparou para você se sentir mais seguro na hora da entrevista:

A importância da preparação
Estar bem preparado vai diferencia-lo dos demais candidatos, na busca de seus objetivos. Você vai mostrar para o entrevistador que é uma pessoa interessada, segura e com capacidade de organizar, planejar e pensar à frente.

O que você deve saber sobre a empresa e o trabalho
Procure obter o máximo possível de informações sobre a empresa e o trabalho. Pesquisar na Internet poderá ser bastante útil, e você poderá analisar se a empresa e o local estão adequados ao que você busca para trabalhar. Verifique também:

•Quais são os negócios, produtos e serviços da empresa;

•Descrição e qualificações exigidas para o cargo;

•Quantos funcionários trabalham na empresa;

•Se a mesma faz parte de algum grande grupo, ou se é controladora de outras empresas.

Caso marque a entrevista através da RHI, o seu consultor poderá lhe dar muitas destas informações.

Confirme os detalhes da entrevista
Se o seu consultor marcar uma entrevista para você, tenha certeza do dia, horário, local, nome e cargo da pessoa que vai entrevistá-lo. Se você mesmo marcar, confira com a empresa todos esses detalhes e pergunte se é necessário levar o seu currículo e certificados de cursos.

A primeira impressão é a que fica
Vá para a entrevista vestido de forma adequada. Sua aparência poderá influir na sua sorte. Portanto, causar uma boa impressão ao entrevistador é meio caminho andado para alcançar o objetivo desejado.
Sendo assim, observe estas dicas: use roupa discreta, apresente-se limpo e penteado, não exagere na maquilagem ou no perfume, leve apenas uma bolsa ou maleta e em hipótese alguma chegue atrasado.

Como se comportar durante a entrevista
Para manter sua autoconfiança:

•Quando for apresentado ao seu entrevistador, cumprimente-o firmemente;

•Mantenha-se calmo e não fique inquieto na cadeira ou mexendo os dedos;

•Não apóie sua bolsa/maleta na mesa. Ponha-a no chão ou pendure na cadeira;

•Nunca coma, masque chicletes ou fume durante a entrevista. Não há problema em aceitar água ou café;

•Seja você mesmo, seja honesto;

•Mostre interesse pelo trabalho;

•Não responda a perguntas que não entendeu e na dúvida, peça esclarecimentos;

•Fale de forma clara, usando palavras positivas;

•Evite criticar seu empregador anterior;

•Olhe no olho do seu entrevistador e sorria, demonstrando confiança.

Tipos de perguntas que você deve fazer ao entrevistador
Quase sempre o entrevistador indaga se você quer fazer alguma pergunta. Caso ele não tenha esclarecido tudo, você pode abordar ainda os seguintes temas:

•Oportunidades ou política de treinamento;

•A quem você se reportará;

•Possibilidade de crescimento profissional;

•Até quando será tomada a decisão final;

•Não há problema em confirmar o salário e benefícios, mas sem aprofundar-se muito na questão.

Dinâmicas de Grupo
Em muitos processos de seleção, ocorrem entrevistas coletivas que são chamadas de Dinâmicas de Grupo, onde vários candidatos são avaliados simultaneamente. Através da aplicação de diferentes técnicas para exercícios de simulações, jogos e atividades coletivas, são identificados, dentre os participantes, aqueles com as características de comportamento e personalidade mais indicadas para as vagas oferecidas.
Procure ser autentico e participativo nos momentos certos. Excessos podem prejudicar sua avaliação final. Caso não seja selecionado, lembre-se de que em cada processo os avaliadores buscam identificar profissionais com habilidades e comportamento diferentes. Não sendo selecionado, mantenha seu otimismo. O próximo momento poderá ser o seu.

Fonte: http://bit.ly/g92qvu