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domingo, 30 de outubro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego

O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.

 

"Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer", aponta Kathy. "Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia - e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas", cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.

Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.

Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego

Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. "Mas essas etapas não vão garantir um emprego", avisa.

A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.

Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores

Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.

Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. "Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção", complementa.

Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn

As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. "Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho", ressalta a consultora.

Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir

"Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade", informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas - só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.

Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras

Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.

Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor
De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. "Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor", aconselha.

Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente

"Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso", pontua a consultora, que acrescenta: "Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos." Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.


Fonte: http://linkd.in/uVxWrD  

sexta-feira, 15 de abril de 2011

DICAS PARA ENCONTRAR EMPREGO PELA INTERNET


Mandar e-mails com currículo para recrutadores e rezar para que eles os acessem está ultrapassado. O novo modelo de contratação veio para ficar. Confira as dicas dos especialistas para conquistar um emprego por meio das redes sociais
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  1. Invista em visibilidade digital
    Crie perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook, Google e em outras redes sociais. Relacione todos os seus perfis (por meio de “links”), de modo que a busca pelo seu nome seja fácil.
  2. Informe que você está procurando emprego
    Use palavras-chaves como emprego, oportunidade, seleção, vaga, etc. e outras relacionadas à sua área para aumentar as chances que um recrutador seja direcionado para os seus perfis.
  3. Venda um “bom produto”
    Saiba quais são seus pontos fortes e que tipo de empresa você gostaria de trabalhar, e só então crie um perfil sólido para que as empresas vejam que você é o candidato certo.
  4. Organize e promova sua presença online
    Gerencie sua reputação na internet. Use as configurações de privacidade que não permitem que outros marquem você em posts e fotos.
  5. Produza conteúdo
    Manter um blog atualizado pode ajudá-lo a compartilhar informações sobre temas que interessam a você, e cria um filtro que atrai oportunidades.
  6. Participe ativamente, mas com critérios, das seleções nas redes
    No novo modelo de seleção não dá para atirar para todos os lados. Escolha as vagas que realmente interessam e dedique-se.
  7. Cuidado com cada clique
    Se você está em comunidades, bom senso nunca é demais. Se a máxima “você é aquilo que come” é verdadeira, o mesmo pode valer “você é aquilo que posta”.
  8. Valorize seu passe
    Não adianta a presença na internet sem boa formação tradicional. Recrutadores são unânimes ao afirmar que língua estrangeira, formação cultural e acadêmica de qualidade são fundamentais.
Fonte: Mercado Digital
www.ongdarute.com