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quinta-feira, 26 de julho de 2012

10 coisas que você deve evitar em uma entrevista de emprego


Usar roupas informais demais
Em uma entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. É preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa
Chegar atrasado
Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista
Falar mal
Do antigo emprego, do ex-chefe, da equipe atual, do governo, do time. Isso pode potencialmente mostrar um comportamento que os entrevistadores “tradicionais” costumam classificar negativamente (às vezes com razão). Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais
Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade.
Não saber nada sobre a empresa ou o setor
É essencial chegar para a entrevista sabendo tudo que estiver ao seu alcance sobre a natureza das atividades da empresa e da vaga, e continuar coletando dados no local da entrevista, até o momento em que ela começar – tudo o que você souber pode ajudá-lo a decidir que aspectos sobre você devem ser mostrados com mais destaque aos entrevistadores, para ajudar a convencê-lo de que você é o melhor para a vaga. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão.
Tagarelar
Uma entrevista bem-sucedida pode ser bastante parecida com um bate-papo, mas este bate-papo precisa ser conduzido pelo entrevistador. Você pode exibir sua iniciativa e seu talento de comunicador, mas tanto quanto possível faça isso respondendo as perguntas. Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade.
Desânimo
Não apareça com cara de “mais uma entrevista de uma longa série em que fui rejeitado”. Capriche na educação, na empatia, e na atenção – inclusive com os demais candidatos, sempre pode haver alguém observando. Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente, agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro.
Não estar preparado para as perguntas mais comuns
Entrevistas “tradicionais” seguem um script conhecido, que você deve conhecer. Responder “errado” em alguma das desagradáveis pegadinhas padronizadas é uma razão tola para perder a vaga. Leia: Entrevista de emprego: perguntas e como responder e Entrevista de emprego: perguntas e como responder – parte 2 – e nunca mais tenha dúvida na hora de responder o que você não gostava no seu emprego anterior!
Respostas decoradas
Este é o reverso da medalha do erro acima. Suas respostas têm que ser verdadeiras e precisam parecer espontâneas. Além de não achar que a entrevista é só formalidade, você também não pode achar que ela é um teatrinho em que “eles fingem que perguntam e eu finjo que respondo”.
Mentir
Além de moralmente errado, não vale o risco. Ser descoberto, mesmo na mentirinha mais inocente, geralmente é suficiente até mesmo para remover a sua ficha do banco de talentos, ou marcá-la como indisponível para processos seletivos futuros. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção.
 
Fonte: http://bit.ly/M9QqXS

As 12 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

5. O que procura num emprego?

As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.

7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?

Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.


Fonte: http://bit.ly/8ynFrg

terça-feira, 1 de maio de 2012

1º de Maio: dia do trabalhador e dia de quem quer trabalhar

Mão de meu pai, clicada em maio de 2010
Neste Dia do Trabalho, desejo que todos, mulheres, homens, jovens, velhos, nem tão jovens, nem tão velhos... que todos tenham uma chance no Mundo do Trabalho.
Todos tem seu potencial, todos tem algo a dar, a fazer, a colaborar, a contribuir para o engrandecimento deste país.
O que todos nós temos de fazer é dar chances.
Empresas, autônomos...todos que podem dar algo que possibilite a um ser humano crescer como profissional, por favor, faça!
Ao crescer profissionalmente, ele será também um ser humano mais completo.
Sem emprego, quem somos nós? Farrapos é o que somos.
Farrapos humanos, com um coração também em frangalhos e, sendo assim, não teremos estrutura para criar e educar nossos filhos; não teremos estrutura para manter um relacionamento saudável... e mais famílias acabarão por se destruir... tudo porque um pai, uma mãe, um filho não teve uma chance para mostrar o que sabia e o que podia fazer.
Há, sim, vagas para todos! Há!
Governos, qualifiquem as pessoas para que se sintam capazes e tenham coragem de enfrentar este mundão! Cabe a vocês uma grande parcela para que tenhamos um mundo mais próspero e feliz.
Vamos, cada um, fazer a sua parte!
A @ongdarute faz uma pequenina contribuição para isso, diariamente, divulgando as vagas, gratuitamente, para as empresas e para os candidatos que procuram por emprego.
Vamos todos fazer isso, um pouquinho por vez, colaborando para transformar pessoas em seres humanos mais inteiros?
É um convite!

A todos os trabalhadores e aos que tanto almejam um trabalho... um 

FELIZ DIA DO TRABALHO!!
Aos que almejam um trabalho, resta-me desejar que encontrem aqui o emprego que tanto procuram, que tanto precisam!

Boa sorte!

domingo, 22 de janeiro de 2012

JobKaster – Busca por trabalho ou profissionais mediante a localização dos candidatos


http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/01/sshot-45-600x290.jpg
Uma das melhores maneiras de aproveitarmos muito bem a Internet hoje em dia é, sem dúvida, na hora de conseguirmos alguma colocação profissional. Cada vez mais vem surgindo aplicativos que podem servir como aquela ajudinha extra fundamental e decisiva, esse é o caso de JobKaster. Projetado para pessoas que buscam trabalho e para aquelas que buscam recrutar os melhores candidatos para cobrirem os postos desejados.
Para aqueles que estão buscando trabalho atualmente, JobKaster oferece um serviço de busca de vagas em tempo real mediante geolocalização utilizando diferentes mapas ao longo do planeta, fazendo aparecer um marcador naquelas zonas onde se busca um candidato com as características previamente introduzidas. Evidentemente o aplicativo nos permite introduzir e anexar nosso currículum para enviá-lo as ofertas desejadas, e a busca por ofertas de emprego pode se realizar de uma maneira consideravelmente exata segundo o local que queiramos trabalhar e o tipo de trabalho em que estejamos interessados.
As pessoas que utilizam o aplicativo para buscar candidatos, poderão filtrar os currículums enviados por estes segundo o local e a profissão dos interessados e também receberão uma notificação se os candidatos potenciais se encontrarem perto da empresa ou do site do trabalho.
O aplicativo atualmente está em fase beta e funciona com HTML5 de forma que a teremos disponível para desktops, tablets, e smartphones.

Escrito no dia 22/01/2012
 Fonte: http://bit.ly/yTjCcX

domingo, 30 de outubro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego

O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.

 

"Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer", aponta Kathy. "Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia - e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas", cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.

Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.

Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego

Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. "Mas essas etapas não vão garantir um emprego", avisa.

A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.

Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores

Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.

Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. "Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção", complementa.

Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn

As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. "Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho", ressalta a consultora.

Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir

"Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade", informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas - só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.

Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras

Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.

Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor
De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. "Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor", aconselha.

Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente

"Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso", pontua a consultora, que acrescenta: "Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos." Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.


Fonte: http://linkd.in/uVxWrD  

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Missão colocação profissional

As rotinas da verdadeira batalha em busca de uma colocação profissional vista no legítimo espírito da "Arte da Guerra".

O texto aborda algumas dicas para quem busca oportunidades no mercado de trabalho, seja para uma recolocação ou primeiro emprego.
 Como um bom soldado, necessita ir à guerra com uma boa arma...
Monte seu currículo de uma forma clara, objetiva, descrevendo suas experiências, expectativas, conhecimentos profissionais e acadêmicos de modo ao qual o selecionador possa visualizar seu perfil sem muito trabalho de interpretação. Lembre, para suprir uma vaga, são analisados centenas de currículos.

Um bom soldado nunca vai à guerra sozinho, é necessário uma tropa...
Após ter sua "arma" (CV) em mãos, fale com seus amigos, contatos, colegas e pessoas com poder de decisão ou captação de talentos. Ter bons contatos e indicações são muito úteis nestas horas, aumentando muito a abrangência de sua busca.

Um bom soldado cerca seu terreno...
Sim, não adianta apenas ter uma "arma", mas um sistema de "radares" em busca dos seus objetivos. Busque empresas de seu interesse, faça cadastros, envie currículos, fique atento às oportunidades oferecidas, e acompanhe a evolução das vagas. O mesmo vale para sites ou blogs de agências de empregos. Reserve parte de seu dia para buscar novas vagas e manter sempre atualizados seus dados.

Um bom soldado investe em tecnologia...
Redes sociais, mídias sociais. Hoje fundamentais para participar do mercado, da sociedade, acompanhar notícias e tendências. Invista seu tempo em perfis de redes sociais, transcrevendo suas experiências, seus objetivos e discutindo suas idéias.
Muito importante saber quem será "recrutado"(adicionado) nestas ferramentas, quais os grupos serão escolhidos, e principalmente muita atenção na expressão de idéias e exposição da vida pessoal. A visibilidade nas redes sociais É MUITO GRANDE.
Dizem os velhos ditados abaixo:
"- A primeira impressão é a que fica."
"- Dize-me com quem andas, que te direi quem és."
 Um bom soldado está sempre em treinamento...
Procure aproveitar o tempo ocioso lendo bons livros, artigos e jornais, mantendo-se atualizado sobre o que ocorre em sua volta. Invista seu tempo em um curso de inglês ou de especialização em sua área. Existem centenas de cursos gratuitos on line sobre os mais diversos assuntos, alguns inclusive fornecendo certificados.


Um bom soldado tem suas bandeiras...
Saiba exatamente qual o perfil da empresa, salário e função desejados. Atirar para todos os lados sem planejamento pode ferir a si mesmo. O Selecionador deseja pessoas confiantes e determinadas com um interesse definido. Se deseja mandar o currículo para um perfil de vaga diferente, PERSONALIZE, nunca mande o mesmo currículo para atividades ou funções diferentes.
Um bom soldado necessita de disciplina...
Trace um plano de recolocação, elabore um cronograma diário e semanal a fim de colocar os demais parágrafos acima em prática.
Ganhar esta “guerra” exige dedicação, determinação e muita disciplina.
Boa sorte.
Enviado por Rafael Troleis
Twitter: @rtroleis

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Entrevista de emprego: como falar sobre você mesmo

Antes de chegar à entrevista de emprego, o candidato se preparou para falar sobre aptidões e habilidades, sobre a área de atuação e sobre empresa onde pretende trabalhar. Quando o recrutador pede para que ele fale sobre ele mesmo, surge um grande branco.
Mais comum do que se pensa, falar sobre si mesmo é a dificuldade de boa parte dos candidatos à entrevista de emprego. Pensando nisso, Exame.com perguntou a alguns especialistas um guia prático do certo e o errado na hora de dizer ao recrutador “quem é você”.
1. Conhecer a si mesmo
Parece simples, mas o candidato precisa fazer um “dever de casa” antes de sair para a entrevista. “Ele precisa se conhecer o suficiente para saber o que falar sobre si mesmo sem ser prolixo ou perder a noção do tempo disponível”, diz Fernanda Amorim, diretora da consultoria de recrutamento Michael Page.
Fernanda sugere que o profissional pense na pergunta antes de qualquer entrevista, mesmo que seja no caminho para o local, e esteja preparado para destacar as suas habilidades, mas também saber suas fraquezas. 
2.  Por onde começar?
Em um primeiro momento, quando o recrutador não direcionar a pergunta, a sugestão é falar de forma breve sobre a personalidade. 
“O candidato deve resumir as suas características principais, de forma generalista e sem se alongar muito, dizer se é uma pessoa mais tranquila ou enérgica, por exemplo”, aconselha Rafael Meneses, sócio-gerente da consultoria de recrutamento Asap.

Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as informações”, explica.


Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.
Se houver dúvidas sobre a intenção do recrutador, é permitido perguntar e tirar a dúvida. "Por onde você prefere que eu comece?" ou "você prefere que eu fale sobre meu perfil ou experiência profissional?" são algumas sugestões. 
 
3. Falar sobre a carreira
Quando o recrutador pede para que o candidato falar sobre as suas realizações profissionais, ele não espera a descrição do que está no currículo em cima da mesa. 
“A intenção é fazer um mapeamento do perfil do candidato, seja para saber sobre como é a forma dele lidar com situações, como para ver se há compatibilidade do perfil dele com o da empresa”, explica Fernanda.

A avaliação baseada nas competências do candidato, segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor.


A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos. 


“Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.
4. O que é proibido?
Além do excesso de “eu acho” e do subjetivismo, os especialistas apontam que o candidato deve evitar assuntos polêmicos ou opiniões controversas. 
Fernanda alerta também para a atenção ao relógio. “O profissional deve ser breve, falar o necessário sobre quem ele é, as áreas de interesse e experiências profissionais, mas sem se estender demais ou ser prolixo”, diz.
Uma estratégia de preparo antes de sair de casa é ensaiar a pergunta, em frente ao espelho, com o tempo máximo de cinco minutos. Se o recrutador quiser saber mais sobre algum ponto do que o profissional falou, ele irá pedir para discorrer mais sobre o assunto.
 
O candidato deve ainda fugir dos clichês, com atenção para não dar um tiro no pé e perder a mão na sinceridade. Os recrutadores entrevistam muitas pessoas e estão cansados de ouvir qualidades transformadas em defeitos apenas com o acréscimo da dimensão em excesso.
"Perfeccionismo" pode soar um falso defeito até para os verdadeiramente perfeccionistas. Exagerar nas qualidades também não é indicado.
“A qualidade será percebida pelo que o candidato diz e pelas situações que ele apresenta durante a conversa. Por isso ele deve equilibrar suas qualidades com os resultados em trabalhos anteriores e não cair na armadilha de apenas despejar pontos fortes no recrutador", aconselha Meneses.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/entrevista-de-emprego-como-falar-sobre-voce-mesmo

domingo, 19 de junho de 2011

Dicas para buscar emprego e competir por uma vaga


 

Buscar um emprego para competir por uma vaga.


Esse é aquele momento em que você está buscando por um emprego, sentado na frente de um computador ou com um jornal na mão circulando as vagas que te agradam.


E como devem ser feitas as melhores escolhas? Aqui vão algumas dicas:
  1. Escolha o que você consegue ou deseja fazer
    Se você não tem força e jeito o suficiente para trabalhar com entregas de material de construção então não se inscreva para uma vaga dessas, se você não sabe muitas coisas sobre sistemas de computador então não corra por uma vaga de assistente técnico em informática. Busque algo de preferência que você leve jeito ou goste de fazer, pois você poderá perder tempo escolhendo algo errado.
    .
  2. Não deixe que suas necessidades atrapalhem sua escolha
    Não aceite qualquer vaga de emprego quando estiver precisando de um (isso pode fazer com que você entre numa situação relacionada com o item 1 citado acima), o mercado está recheado de muitas vagas, pesquise um pouco mais, se esforce bastante que sempre há algo melhor.
    .
  3. Saiba os lugares certos para procurar
    Não entre em qualquer site ou leia qualquer jornal para encontrar uma vaga de emprego, procure por empresas especializadas como o P.A.T. (Posto de atendimento ao trabalhador) da sua cidade ou outras empresas privadas que você saiba que o trabalho é de confiança.
    .
  4. Essa é uma escolha sua
    Não deixe com que pessoas que não sejam do seu meio social te influenciem na escolha de um emprego. Busque algo que você queira e que tenha vontade de fazer por você mesmo, afinal quem vai trabalhar é você.
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  5. Depois de ter certeza lute como se fosse a última vaga no mundo
    Com muita ética e respeito aos outros candidatos à mesmas vaga que você, lute de maneira limpa e sem se cansar pela vaga que você quer, estude sobre a organização que você quer trabalhar, conheça o jeito do seu futuro trabalho, prepare um ótimo currículo e aguarde para ser chamado para entrevista, faça uma boa entrevista e seja contratado! Depois é só se dedicar.

Fontes: Administradores – www administradores com br – Por Paulo Sérgio M. Crivelli / Colaborador – www colaborador blogspot com

sábado, 18 de junho de 2011

Faça seu tempo render mais no trabalho



 

 

Você se sente sobrecarregado(a)?
Acha que seu dia não está rendendo?
Confira dicas para saber administrar melhor o seu tempo e render mais no trabalho.
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Na internet

A adoção de algumas regras basta para converter a tecnologia em aliada. Confira por onde começar:
  • Peneire suas mensagens
    Ajuste seu filtro antispam no máximo. Deixe de fora do endereço corporativo todas as listas e newsletters sem ligação com seu trabalho.
  • Crie uma pasta de leitura casual
    E-mails que despertam sua curiosidade, mas que não precisam ser lidos agora, podem ser acomodados numa pasta que você só vai acessar num momento de pausa legítima do trabalho.
  • Ordene sua caixa de entrada
    Após ler uma mensagem, apague-a ou guarde-a numa pasta. Deixe na caixa de entrada somente itens em que você está trabalhando.
  • Mande menos, receba menos
    Você recebe tantos e-mails porque manda demais – sem necessidade. Só use a ferramenta quando for necessário.
  • Quando é melhor ligar
    Se precisar falar urgentemente com alguém, prefira o bom e velho telefone. E tenha em mente que conversar por e-mail com quem trabalha ao seu lado não faz sentido.
  • Limite as checagens de e-mail
    Mantenha seu programa de e-mails fechado. Agende três horários diários (de manhã, após o almoço e no final do expediente) para checar e responder suas mensagens.

Reuniões

Na era da escassez de tempo, reuniões tornaram-se atividades que só devem ser marcadas quando realmente imprescindíveis:
  • Use a tecnologia
    A mesma ferramenta que abarrota sua agenda pode ser sua aliada. Antes de marcar uma reunião, veja se as questões não podem ser resolvidas por trocas de e-mail ou conference calls.
  • Não, obrigado(a)
    Fique tranquilo(a): não é deselegante recusar convites para reuniões sem propósito. A indelicadeza é de quem convoca sem necessidade.
  • Planeje sua reunião
    Se não dá para fugir do encontro tête-à-tête, faça com que ele seja o mais curto e produtivo possível.
  • Limite o bate-papo
    Alguém deve conduzir a reunião para que ela não descambe. Conversas paralelas e fora da pauta só servem para esticar o encontro além da conta.
  • Envie um e-mail de fechamento
    Na mensagem, relate os pontos abordados e os procedimentos definidos.
Fonte: Reporter Diário – www reporterdiario com br

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego

Idade atrapalha? Ter filhos é um problema? E as redes sociais? Especialista responde dúvidas e dá dicas que podem ajudar bastante na busca por um emprego


Quando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam?

Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.

Idade atrapalha?

Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.
Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.

Ter filhos é um problema?

A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.

De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.

    Imagem: Starphotograf (iStockphoto)    
    emprego    
    Quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou novas demais     


Morar longe pode?

A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.
Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.

Não ter perfil em redes sociais é um crime?

As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.

“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.

Ser mandado embora é sinal vermelho?

Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.

“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.

Muitos empregos em pouco tempo é ruim?

Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.

O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.

Processo de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?

Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.

Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.

Fonte: http://bit.ly/mc6E3d  

domingo, 1 de maio de 2011

Conheça as profissões mais estressantes de 2011

 Homem com post-it no rosto
Depois de listar os empregos que trazem mais felicidade, o site de empregos CareerCast coloca, agora, na berlinda as carreiras com os piores índices de estresse.
Para montar o ranking, o site avaliou 200 profissões diferentes nos Estados Unidos. Entre os critérios estavam condições do ambiente de rabalho, grau de competitividade e riscos no trabalho, além de salário e potencial de crescimento na carreira.
De acordo com um estudo recente da Associação de Psicologia Americana, 70% dos profissionais apontam seus empregos como a principal causa para sintomas de estresse.
No Brasil, o cenário não é diferente. Por isso, Exame.com listou as 10 profissões com os índices mais altos de estresse e consultou especialistas para entender se a história se repete no país e os motivos para isso.

 Getty Images
Treinamento de pilotos aéreos

1. Pilotos de aviões comerciais
Por mais seguro que, segundo as companhias do setor, seja o transporte aéreo, os pilotos de avião sentem na pele (e na mente) o peso da responsabilidade de conduzir as vidas de centenas de pessoas céus afora.
No topo do ranking, os pilotos comerciais apresentaram um nível de estresse de 59.53. Além dos cuidados com a segurança dos passageiros, eles sempre têm de estar dentro dos horários de vôo estabelecidos, além de trabalhar por várias horas seguidas.
No Brasil, as companhias aéreas começam a sofrer com a falta de profissionais bem qualificados no setor. Para pleitear uma oportunidade em companhias como TAM e Gol, os pilotos precisam contabilizar mais de 1.500 horas de voo. A licença para piloto comercial sai por 35 mil reais, mas o valor das despesas com formação acadêmica e profissionalizante pode dobrar esse valor.
Os salários podem chegar a 16 mil reais.

Ruben Las Palmas/Stock.xchng
 Executivo pensando 

 2. Relações públicas
Ser a ponte entre as empresas e o público em geral não é tarefa fácil. Resultado? A carreira de Relações Públicas conquistou a segunda posição do ranking com nível de stress em 47,6.
“Trabalhamos sempre sob pressão. O relações sempre corre na frente para cuidar da imagem da empresa”, afirma Maria Amélia Cruz, presidente da Confederação Nacional de Relações Públicas. “Não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”.
A carreira, segundo a especialista, vive uma fase favorável no Brasil. O problema, no entanto, é o reconhecimento pelas empresas. “Raramente, há anúncios voltados especificamente para relações públicas. O mercado está muito competitivo”, diz.
Nos Estados Unidos, segundo dados da pesquisa, um profissional de relações públicas pode trabalhar em média 9 horas por dia. “Mas não tem essa de trabalhar apenas nos dias úteis ou em horários convencionais”, afirma Maria Amélia.
Os salários para profissionais com mais experiência podem ultrapassar os 10 mil reais.

 Getty Images
 homem escritório
 3. Executivo sênior
Chegar no topo do escalão é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, a pesquisa mostra que maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse.
Com jornadas que podem superar as 11 horas por dia, os alto executivos apresentaram níveis de estresse de 47.41, segundo a pesquisa. A pressão por resultados, a responsabilidade de gerir e conhecer em profundidade detalhes de vários departamentos contribuem para o cenário.
No Brasil, de acordo com especialistas, a realidade pode ser mais alarmante. “No dia-a-dia, o executivo precisa driblar uma série de questões políticas ou de infraestrutura que impactam o ciclo produtivo, sem contar que o custo Brasil é muito alto”, afirma Davi Braga, gerente de negócios da Dasein.
Isso significa que, em solo brasileiro, o tamanho do abacaxi que cada executivo tem que descascar é grande – fato que exige profissionais mais experientes e com uma senioridade elevada.
Por conta disso, segundo uma pesquisa recente da consultoria Dasein, em 2010, os executivos que trabalham em São Paulo receberam salários maiores do que profissionais que têm o mesmo cargo em Nova York. De acordo com o estudo, um diretor de uma empresa em São Paulo teve, em 2010, remuneração anual média de 243 mil dólares.

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Fotojornalista na Líbia

 4. Fotojornalista
Estar em lugares inóspitos e brigar por espaço para conseguir os melhores enquadramentos. A combinação de fatores que tornam a rotina de um fotojornalista estressante é até óbvia.
Some-se a isso salários nem tão atraentes, horários estranhos e muita pressão. Pronto, terá como resultado um nível de estresse de 47.09.
No Rio de Janeiro, fotojornalistas freelancers recebem cerca de 840 reais por foto publicada em capa de revista.

 Ivana/Stock.xchng
 Mulher repórter
 5. Repórter
De dentro de um estúdio, redação ou direto do local dos acontecimentos, o repórter deve ser o primeiro a levar o fato do momento para o público. O profissional que trabalha na busca pelas notícias em tempo real vive sob pressão.
Os prazos de entrega apertados, a constante procura pelo inédito, longas horas de trabalho e, muitas vezes, a exposição a situações de perigo faz com que o jornalista atinja o nível de estresse de 43,56.
O repórter no estado de São Paulo recebe a partir de 1,9 mil por cinco horas de trabalho, de acordo com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). Profissionais com mais experiência ou com mais exposição em telejornais, no entanto, podem ganhar até 200 mil reais em salário e benefícios.

Raul Júnior/Você S/A
. Executivo fazendo malabarismo
6. Executivo de contas
O profissional que traduz os desejos do cliente à área de criação da agência de publicidade vive sob pressão. É o chamado executivo de contas ou “atendimento” que fica responsável por fazer a relação entre as duas pontas ser satisfatória.
Fazer esse meio de campo pode ser estressante e exigir dedicação de várias horas de trabalho por dia. Segundo o estudo, um executivo de contas trabalha, em média, 9, 5 horas por dia e atinge até 41,05 pontos em nível de estresse.
“A rotina é estressante porque geralmente o profissional deve cuidar de várias contas ao mesmo tempo e dar atenção personalizada para cada cliente”, diz Marcelo D’Emídio, chefe do departamento de marketing da graduação da ESPM-SP.
O executivo de contas enfrenta ainda um mercado “extremamente competitivo”, conta D’Emídio, “tendo que estabelecer estratégias para resultados positivos e de alguma forma fidelizar a empresa-cliente para que ela não mude de agência”.

 tock.xchng
 Planta, lápis e régua de arquiteto

 7. Arquiteto
Com nível de estresse de 39,93, os arquitetos estão na sétima posição do ranking do CareerCast.
Mas as pressões, segundo o arquiteto Marcílio Barotti, não estão ligadas ao processo de elaboração do projeto. “O problema são os entornos, a burocracia para aprová-lo junto à prefeitura, as reclamações dos vizinhos e preocupações dos clientes”, diz.
Ele, que trabalha 12 horas todos os dias, estima que, em média, um arquiteto com experiência e negócio estabelecido receba em torno de 20 mil reais por mês.

 Ralph Orlowski/Getty Images 
Oscilação na Bolsa

 8. Corretor de Valores
Um telefone em cada mão e sempre de olho na movimentação de ações nas bolsas de valores em todo o mundo. O corretor de valores no Brasil não corresponde à a imagem que se vê nos filmes, de gritaria com a variação de humor dos mercados, que é mais comum em bolsas no exterior.
Mesmo assim, a profissão exige jogo de cintura para sobreviver às pressões de clientes investidores e às alterações rápidas e, muitas vezes, abruptas, do mercado de ações.
O corretor de valores é responsável pela compra e venda de ações, ou outro tipos de título, para investidores de acordo com as tendências do mercado e procurando atingir o melhor resultado.
Com essa missão, o profissional que trabalha, em média, 8 horas por dia pode atingir o nível de estresse de até 39,7.

Arquivo/Abril
 ambulância SAMU
 9. Técnico de emergência médica
Os profissional da área de saúde que faz o primeiro atendimento emergencial são os responsáveis por manter vivo o paciente até a chegada ao hospital. O socorro pré-hospitalar é geralmente feito por técnicos de emergência médica em diversos níveis.
Paramédicos e socorristas que cumprem essa função trabalham longas horas sob pressão, muitas vezes em turnos noturnos de atendimento e plantões de 24 horas.
Sem rotina precisa, os técnicos de emergência médica podem atingir o nível de estresse de 39,68.

EXAME 
Investimento em imóveis vai render aluguéis mais altos

 10. Corretor de imóveis
A crise financeira americana (que teve seu estopim no mercado imobiliário) pode ter ajudado a colocar os corretores entre as piores profissões em termos de estresse. No ranking do CareerCast, esses profissionais apresentaram um nível de estresse de
No Brasil, de acordo com Carlos Kapudjian, diretor de Vendas da Lopes,  o cenário é diferente. Otimista, ele prefere descrever a rotina de trabalho dos corretores de imóveis no país como agitada.
E os motivos para isso são positivos. Impulsionado pelas facilidades de crédito, aumento da renda e bônus demográfico, o mercado imobiliário brasileiro está a todo vapor.
"O corretor precisa falar com pessoas todos os dias, conhecer novos empreendimentos, cultivar a carteira de clientes que possui, além de estar sempre com o astral bom", afirma o especialista. O resultado da combinação desses fatores podem ser jornadas de trabalho de até 12 horas por dia - mas com direito a uma maior autonomia na hora de escolher sua grade de trabalho.
Para compensar, os rendimentos mensais podem extrapolar os 30 mil reais para profissionais mais experientes. "É uma carreira que não tem limite de ganho. O salário é 100% variável, por isso, é muito competitivo". Mas, na opinião dele, isso não implica, necessariamente, em uma rotina negativa em termos de estresse

Beleza atrapalha a mulher e ajuda o homem na procura por emprego, diz pesquisa

Pesquisadores relacionam distorção ao predomínio de jovens mulheres nas equipes que selecionam candidatos a uma vaga

Mulher executiva
Ainda há poucas políticas para inclusão de mulheres e outras "minorias" dentro das empresas

Ser atraente é vantagem na hora de conseguir um emprego? Para as mulheres, não: segundo os economistas israelenses Bradley Ruffle e Ze'ev Shtudiner, uma candidata bonita tem mais chance de ser barrada pelos departamentos de recursos humanos. Isso se deve, alegam os pesquisadores, à grande quantidade de jovens mulheres que recrutam candidatos e que, de forma subconsciente, enxergam na pretendente uma nova competidora no ambiente de trabalho.

Os economistas enviaram 2.500 pares de currículos para 2.500 anúncios de emprego. Cada par de currículos continha informações profissionais equivalentes, mas um deles trazia anexada uma foto de mulher ou homem atraente, e o outro ou não tinha foto ou mostrava a imagem de uma pessoa de aparência comum.
Resultado: mulheres atraentes obtiveram apenas 12,8% de respostas, contra 13,6% das mulheres de aparência comum e 16,6% dos currículos de mulheres sem foto. Entre os homens, a boa aparência surgiu como vantagem: 19,7% dos candidatos atraentes obtiveram resposta, contra 13,7% dos currículos sem foto e apenas 9,2% dos homens de aparência comum.
Ao relacionar o desequilíbrio das respostas ao perfil do recrutador, os pesquisadores apontam que 96% dos profissionais que recrutam candidatos a uma vaga de emprego são mulheres solteiras com idade entre 20 e 30 anos. A pesquisa de Ruffle e Shtudiner será apresentada na conferência anual da Royal Economy Society.


Rede social supera métodos tradicionais de busca de emprego

Preferida dos jovens executivos, ferramentas online também são usadas por 48% dos profissionais com mais de 40 anos

Facebook
Você usaria as redes sociais para contratar o próximo Mark Zuckerberg?

Anúncios em jornal? TV? Ou o famoso QI? Que nada. A nova geração de executivos prefere as redes sociais na hora de procurar um novo emprego.

É o que revela pesquisa da consultoria Michael Page divulgada nesta terça-feira (26). Segundo o levantamento, 65% dos profissionais com idade entre 26 e 30 anos preferem as redes sociais e os sites para procurar informações sobre oportunidades de carreira.
“A geração Y, na realidade, é um grupo que cresceu e vive de uma maneira dinâmica. E eles transferem esse ritmo para a procura por novos postos de trabalho", afirma Sérgio Sabino, diretor de marketing da Michael Page para a América Latina.
Mas essa preferência não é exclusividade dos nascidos na década de 80. Dos participantes da pesquisa com mais de 40 anos, 48% afirmaram que usam as ferramentas online para encontrar novas opções de emprego.
No entanto, segundo o especialista, essa tendência muda de acordo com a senioridade do cargo assumido. Postos elevadíssimos, como diretoria executiva ou presidência, exigem mais discrição. E, nesses casos, a internet sai de cena.
“É um jogo de sigilo para os dois lados - tanto para a empresa quanto para o candidato", diz Sabino.
Agora, a ascensão da geração Y para o topo da hierarquia pode provocar uma reviravolta nessa lógica? O especialista arrisca o palpite de que não. "Esse é um momento delicado para se pensar em transição de carreira. Por isso, o universo de recrutamento é mais restrito", diz.
Mesmo assim, ele pondera que apenas o tempo revelerá como o perfil das novas gerações alterará a maneira como que as empresas lidam com o recrutamento de alto escalão.
  Michael Page